Solitária num quarto escuro,
ficou a refletir sobre tudo.
Uma mulher vestida de preto,
Nada mais lhe parece seguro.
"Essa vida já foi menos pesada —
de todas as dores, esta é mais funda.
Deveria eu também estar no céu,
ou minha vontade à Tua se afunda?"
Lágrimas caem em noites escuras,
gemidos que ninguém escuta.
Quem parte leva a alma pura;
a quem fica, apenas a tortura.
Memórias insistem e não vão,
no peito se misturam sem calma —
uma dor lenta, sem razão,
que consome o corpo e a alma.
“Um dia hei de enfim descansar
junto de quem amei e me amou.
Que esse dia possa chegar —
ao lado dele, que não mais voltou.”
Patrick
Pinheiro
19/01/2013

Olá patrick
ResponderExcluirinteressante o poema
^.^
fico feliz por ter voltado a escrever, não pare ok?!
Abraço
Obrigado. Postei esse poema pensando na minha mãe e em todas as mulheres, me coloquei no lugar delas e no que sentiriam.
ExcluirSobre voltar a escrever, acho que vai demorar um pouco. Até a entrar na internet.
Obrigado pela força!
infelizmente o fim é a unica certeza que temos
ResponderExcluirLindo poema, muito bem escrito. Dá pra sentir suas palavras.
ResponderExcluirBeijão